quinta-feira, 6 de outubro de 2011

bath remains

quarta-feira, 8 de junho de 2011

cromos


Não gastamos dinheiro em cromos. Isso não os impede de fazerem as suas coleções, como os outros. Graças à generosidade de outros meninos e de uma caderneta feita em casa.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

na infância é ao contrário




Diz Gonçalo M. Tavares em  Breves Notas sobre Ciência:
"Funcionar é repetir um raciocínio. Eis o martelo. Investigar é não repetir um raciocínio. Eis o difícil."

Verdade. Mas só para os adultos.

Na infância é ao contrário.
O que lhes é fácil é encontrar o novo.
Devíamos permanecer mais assim, menos repetitivos e mais investigadores. Saberiamos muito mais.





terça-feira, 13 de julho de 2010

da música

















Talvez aquilo que mais se tenha perdido nos últimos 50/60 anos terão sido as canções e o cantar. Na escola não há uma verdadeira formação musical e no entanto, é um aspecto invisível mas tão marcante da vida, o mundo sonoro.
Existem as estudadas mais-valias consequentes: atenção-concentração, aprendizagem da matemática, capacidade de comunicação, etc.  Mas essencialmente, como dizia uma nossa amiga e mãe-da-escola, através da música passa-se muita coisa, passa-se cultura.

E aí, mesmo com os gostos de cada um, o ouvido, como tudo, educa-se. E educa-se pela qualidade e pela diversidade sem ter que se ficar preso à dita música infantil.

Por cá os nossos princípios são:  Respeita-se o humor musical dos presentes (todos temos dias para isto ou aquilo). Aprende-se a ouvir e a gostar (muitas vezes não se gosta à primeira). Mesmo não sabendo canta-se, dança-se e toca-se (procurando ser afinado e ritmado). Ouve-se música infantil, clássica, rock,  portuguesa, estrangeira, alternativa, antiga, recente, etc. etc. Eles ouvem o que nós ouvimos e nós ouvimos o que eles ouvem (não se ouve nada que os pais não gostem de ouvir).

(Mesmo com as críticas que podem ser sempre feitas, em nome da cultura, que depois do plano nacional de leitura venha o plano nacional da música e a recuperação de tanta tradição perdida!)

terça-feira, 6 de julho de 2010

adeus, tila
























Matilde Rosa Araújo. Senhora muito doce de olhos comovidos.
Já dela tínhamos publicado um poema.
Tantas histórias, tantos poemas. Tanto respeito e entendimento do ser criança.


















Aqui, um dos primeiros e o último. Os dois dedicados pela autora, um à avó e outro à neta.

Andamos há algum tempo em busca da versão musical da Tila (Lopes Graça-Bando dos Gambozinos), ao que parece esgotada. Alguém sabe onde encontrar?

segunda-feira, 5 de julho de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

feira laica


















Como infelizmente a pepino #1 continua no prelo arranjámos outra maneira de participar na feira laica deste verão. decidimos fazer duas pizzas e dois bolos para vender, mas um queimou-se e ficou cá em casa (nem sempre tudo corre bem...)

Fizemos uma lista de compras, fomos ao supermercado, calculámos o custo de cada fatia e lá fomos.  Demorámos tanto a fazer tudo isto que chegámos lá quase no fim do dia, mesmo assim estava tudo bom e vendeu-se num instante. Não ganhámos dinheiro mas ganhámos experiência, que bom!

Pizza de ricotta, rúcula e tomate cereja. Bolo de requeijão, acompanhado de groselhas. mham, mham.

prateleira-de-baixo
























Embora não nos conheçamos há uma identificação muito forte entre a pepino e a prateleira-de-baixo
A prateleira começou com os livros e muitos dos nossos preferidos estão lá. Também já comprámos alguns porque lá os vimos pela primeira vez. E uns que nos trouxeram de fora foi divertido vê-los lá também.
Na prateleira também há jogos. Dos que por lá se apresentam ainda só arranjámos o katamino, mas pela experiência tornámo-nos completos seguidores nesta matéria.
Alguns posts trouxeram-nos memórias que aproveitaremos para mais tarde e outros tiraram-nos a oportunidade de falar deles aqui. Na verdade são tantos, mas tantos, que até ficava mal começar a citá-los um a um.  Como alguns, são essenciais para o nosso universo, resta-nos citar a prateleira quando deles falarmos...

A sincronicidade às vezes é incrível, já tinha acontecido com este livro e agora foi com esta animação.
As coisas lá de casa é um dos dvds mais vistos e às vezes só ouvido (e cantado) por cá. Como o oferecemos há pouco tempo queríamos também partilhá-lo aqui. Mas precisamente agora, apareceu lá. (acrescentamos que está disponível aqui)

Ideia para formar uma espécie de cooperativa de blogs?...
Parabéns prateleira-de-baixo, tem sido um prazer visitá-la!

terça-feira, 1 de junho de 2010

1 de junho


















como por cá não damos muitas prendas nem guloseimas o dia da criança é dia de ambas. 
há sempre uma surpresa na cadeira ao pequeno almoço...e gelado pelo fim de tarde.

gelados no sítio do costume. o lugar não é poético e nem tem esplanada mas para nós são os melhores gelados de lisboa. além disso ali tudo está na mesma, desde a nossa própria infância, os sabores e o ambiente. as embalagens é que já não!...

puzzle da djeco, que estava na gaveta há anos. livro de roberto innocentti editado pela kalandraka (via prateleira, obg!)


domingo, 30 de maio de 2010

surreal mccoy

Surreal McCoy no fimfa. 
Estivemos no museu da marioneta mas na rua (esteve no chiado e rossio) cheia de gente deve ser ainda mais divertido. As crianças, umas fazem festas e riem, por vezes ficam desconcertadas... mas outras às vezes têm medo. Surreal é.. e é aquele indescritível humor de improviso que os (bons) artistas de rua conseguem...

o rufar dos tambores



































O mais novo adora tambores. Pretexto para um passeio de barco à outra margem.
Não há dúvida que é uma energia vibrante e contagiadora.
Ouvimos dizer que há uma grande festa de bombos em Mirandela em Agosto.

Aulas de percurssão gratuitas e inúmeras iniciativas pelos toca a rufar.

sábado, 29 de maio de 2010

o circo invade a ciência
































No contexto do projecto hoje quem manda sou eu, o circo tomou de assalto a ciência. Damas requintadas de nariz vermelho a servir chá, truques de magia, orquestra dançantes,... a Tété. O clima de beleza, comédia e magia por entre as experiência da ciência (e encontrar 3 amigas da turma por acaso) fizeram a tarde mais bem passada de sempre no pavilhão do conhecimento.